Assim que entrou no carro, Alice soltou um suspiro de alívio. Ela conhecia Kaike há anos, mas aquele primeiro encontro físico a deixara desconfortável. Não era o momento de tratar de assuntos sérios; ela precisaria encontrar outra oportunidade para falar com seu contato L.
Alheia ao semblante sombrio de Arthur, ela pegou o celular. Uma mensagem de Mariana brilhou na tela: "Mãe, quando você volta?". Os trigêmeos estavam preocupados, achando que o pai não seria capaz de convencê-la a jantar com eles.
Um sorriso doce surgiu no rosto de Alice, iluminando seus olhos.
"A mamãe acabou de sair do trabalho e está a caminho. Já chego! Peça ao tio governanta para preparar sobremesas, jantaremos juntas. Beijos!"
Ela desligou o celular com o sorriso ainda nos lábios, mas logo sentiu a "baixa pressão" vinda do banco do motorista. Arthur parecia normal, mas a atmosfera estava gélida. Ele estava infeliz: ela sorrira para outro homem lá fora, mas, desde que entrara no carro, o ignorara completamen