ANDREA
— Aquele homem é um idiota! — gritei, irritada, enquanto andava de um lado para o outro no quarto da minha amiga. — Dá para acreditar que ele me disse aquelas coisas? Quase insinuou que eu sou uma menina imatura. — Soltei uma risada irônica.
— Calma — minha amiga se colocou na minha frente e me fez parar —, você não vai conseguir nada ficando assim. Vou falar com meu tio, ver o que posso fazer.
— Não — disse de imediato —, não vamos implorar a aquele homem por um emprego. Ele que decida,