243. Bem-vindo Ao Clube, Blake
Ele para por meio segundo, com os lábios ainda no meu pescoço.
— Que sonho? — murmura contra a minha pele.
— Nenhum. Pensei alto — respondo, puxando-o de volta pelo colarinho.
Não dou espaço para ele insistir. Minha boca encontra a dele de novo, mais faminta dessa vez, e Blake responde com um som baixo, apertando mais a minha pele.
Blake me levanta um pouco mais na bancada, se encaixando melhor entre as minhas pernas, e o contato da minha pele contra o mármore frio me faz estremecer.
Seu quadri