— Você de novo? – Reclamou em murmúrio. – Me dê meus fones de volta.
Mia riu; o menino estava todo fraquinho debaixo das cobertas, com a voz tão fraca quanto, e ainda sim mantinha aquela pose de marrento.
— Não ria de mim, sua abusada.
— Claro, claro. – Diz ainda rindo. – Eu vim chamá-lo para almoçar.
— Não quero.
— Mesmo? Nem se eu disser que fiz uma carne de molho com pedacinhos de bacon, purê de batatas e um arroz branquinho?
E a rosada quase sorriu quando o viu começar a se levanta