Meu coração acelerou e tentei evitar seu olhar, mas ele se levantou e veio em minha direção.
— Não adianta tentar fugir, gatinha — ele disse, pegando meu braço com força. — Hoje você é minha.
Tentei me soltar, mas ele era mais forte. Mauro apareceu do nada, olhando com frieza para a cena.
— Algum problema aqui? — ele perguntou, a voz carregada de uma ameaça velada.
— Só estou pegando o que é meu, Mauro. Você me prometeu.
— Deixe-a terminar o trabalho, eu disse que não seria agora, mas se quise