Mundo ficciónIniciar sesiónPOV: HENRY
Parei o carro com um tranco seco em frente à mansão dos Bouvier. O motor ainda vibrava, mas eu já não ouvia nada. Minhas mãos apertavam o volante com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. A raiva me consumia por dentro, quente, corrosiva, tomando cada espaço do meu corpo. Meu maxilar doía de tanto forçar a mordida. Eu queria sair. Queria entrar naquela casa e arrancar a verdade com as pró







