Mundo ficciónIniciar sesiónLuna
O quarto principal, que sempre foi um símbolo de sobriedade e controle, agora ecoava com o som carnal e rítmico de dois corpos colidindo sem qualquer reserva. O silêncio da casa vazia foi estraçalhado. Adrian me mantinha presa contra o colchão, seu peso sendo uma âncora de desejo enquanto ele se posicionava para o que meu corpo implorava desde que nossos olhos se cruzaram pela primeira vez naquela entrevista que me trouxe até essa casa. Ele não foi gentil,






