LYRIC
— Lyric. Lyric! Acorda, dorminhoca! — Houve um tapinha forte contra meu ombro.
Meus olhos se abriram tremulando mas rapidamente se fecharam pela luz que quase me cegou.
— Abre esses malditos olhos, vai?
Podia reconhecer a voz de Jace de qualquer lugar.
Abri meus olhos de novo e tentei me ajustar ao brilho no quarto.
— As janelas — murmurei. — Fecha elas.
— Não. Elas vão ficar abertas até você tirar essa bunda da cama. Por que você ainda está dormindo? O que você é, uma criança?
Minha mão foi para minha testa, sentindo como estava quente. Eu estava com febre agora?
— Minha cabeça... — gemi.
Doía. Se eu não soubesse melhor, pensaria que uma festa estava acontecendo nela.
— Claro, isso é o que acontece quando você fica bebendo até tarde da noite.
Consegui olhar para Jace. Ele estava de pé aos pés da cama, me olhando feio como se fosse um pai.
Sentei, puxando o edredom para meu peito.
O que aconteceu...?
— Que horas são? — Engoli o nó na garganta.
— Uma da tarde, senh