Mundo de ficçãoIniciar sessãoEram quatro da manhã quando gritos despertaram a agente. Mas não era o tipo de grito que a faria pôr a mão embaixo do travesseiro para pegar sua arma. Era um grito de fome. Ou talvez fralda suja.
Ela caminhou com os olhos entre abertos. Tateou a parede para chegar ao quarto ao lado do seu, onde um bercinho tinha sido montado de última hora.
— Oi coisinha. O que você tem?
Ela tinha zero experiência com crianças, mas havia assistido algumas aulas educacionais sobre o comportam







