The Revenge Of a Valkyrie

The Revenge Of a ValkyriePT

Jack  En proceso
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Resumen
Índice

Nas terras distantes de Shiymorán era o lugar de uma raça muito poderosa, as majestosas Valquirias, seres com aparência de anjos quase que divinos com grande ligação com o mundo espiritual sendo até capazes de controlar a reencarnação, além de serem grandes guerreiras defensoras daquelas terras. Por séculos, acreditava-se que essas criaturas eram imbatíveis, até o início de uma grande guerra contra o Império de Wrogor, uma batalha que causou uma grande perda, uma guerra que criou uma cicatriz que jamais irá sumir. "Não se preocupem, minhas queridas irmãs... O sangue será pago com sangue, aliás, seria vermes a menos nesse mundo" - Este é o pensamento da ultima Valquiria que restará naquelas terras. Aproveitando o poder que tem, ela usa sua lábia para conseguir mais aliados, conseguindo chegar cada vez mais perto do seu verdadeiro plano que pode ser completamente desumano. Mas seria capaz que recém-chegados em suas terras possam interromper seus planos? Mesmo sendo meros mortais?

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25 chapters
Capitulo 1: Terras de Shiymorán
/Caleb's POV/ Eu sou Caleb Ducan, um dos melhores magos exploradores de todo o mundo! O mais habilidoso, o mais charmoso, além do fato de eu ser um prodígio. Certamente, poucos chegam aos meus pés. Meu objetivo atual é espalhar meu nome por todo este mundo, o que não deve ser tão difícil assim; afinal, eu sou incrível, né? E para ajudar neste meu objetivo como explorador, irei embarcar em uma nova aventura. Desta vez, meu mais novo destino será as terras mágicas e misteriosas de Shiymorán! Um continente rodeado por águas traiçoeiras que fica ao oeste, essas terras foram um lugar muito pouco explorado por conta da natureza extremamente perigosa. Pode ser bobagem, mas já ouvi boatos de que as árvores daquele lugar podem se mover e podem matar qualquer criatura que lhe ofereça ameaça! Não que eu esteja com medo, claro que não! Além do mais, por incrível que pareça há uma grande população humana naquele país que vive em comunhão com a natureza. Então, se eles conseguem s
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Capítulo 2: De frente com o perigo - 1
/Caleb's POV/ Fiquei mais tempo naquele lugar do que eu queria, subindo e descendo diversas escadas, e ainda não achei algo que preste. As únicas coisas que eu encontro são pinturas velhas pelos corredores, um campo de treinamento vazio… até encontro algumas espadas, mas elas não têm nada de especial. Além disso, sinto como se alguém me observasse e estivesse me seguindo, mas, toda vez que olho em volta, eu só vejo o corredor vazio e escuro! A única coisa diferente que enxergo são grandes estátuas velhas de anjas guerreiras. Ah, tudo deve ser imaginação minha. Eu tive um dia bem cheio, então deve ser só o cansaço. Só falta uma sala para eu verificar; se ainda não achar nada, vou embora. Me aproximo da grande e pesada porta fechada e a empurro com força para abri-la. No momento em que entro na sala, me deparo com algo brilhante! É uma espada banhada em ouro puro que está apoiada ao lado de um trono vazio. Eu posso sentir uma poderosa magia fluindo sobr
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Capítulo 2: De frente com o perigo - 2
— Enfim, mudando de assunto. E se eu te pedir um favor? — pergunto nervosamente. — Você não sabe mais pra que lado fica a vila, né? — ele deduz. Apenas respondo que sim com a cabeça, fazendo com que o garoto revirasse os olhos, soltando um logo suspiro. — Se vira! Eu não vou voltar para lá. — Argh! Qual o problema? Pelo menos me fala onde tem um hotel que eu possa me hospedar — peço. — A essa hora da noite, eu duvido que algum hotel irá te atender. — Como assim? — fico confuso e preocupado. — Meio que tem um horário limite aqui na capital, e depois desse horário da noite os hotéis não recebem mais hóspedes. Por algum motivo funciona assim, a não ser que você volte para o litoral oeste. Ugh! Realmente quero evitar usar o teletransporte de novo, afinal, usei ele hoje mais que o necessário. Mas, esse parece ser um caso que não tenho muita escolha. Aliás, vai ser melhor usá-lo do que andar a noite toda para chegar ao litora
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Capítulo 3 - 1
/Caleb's POV/Depois de um tempo chego à aldeia de tyvet, uma das principais da capital. Contudo, planejo procurar um local para me alimentar ou talvez já busque um hotel para pousar. Afinal, quero ficar na região, então não posso cometer o mesmo erro de ontem.Já tenho tudo planejado, entretanto, antes que eu pudesse realizar qualquer coisa, sou interrompido;—  Ibwa! Neo bōken-sha! Me deparo com um grupo de três rapazes que não pareciam ser muito mais velhos que eu, cujos se aproximavam de mim, o que me deixa sem reação já que não sabia o que falam ou o que querem.— Anata w* dekiru bāngzhù wǒmen? — um deles continuou a falar, mas não sabia o que responder, não estou entendendo nada.Por outro lado, nenhum deles parece ser um monge, então certamente não tem nada a ver com os objetos que adquiri.Por conta da barreira de idiomas, um silencio ficou en
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Capítulo 3 - 2
E-Espere, ele está morto? Merda, essa não era minha intenção. Devo ter exagerado um pouco na potência do feitiço. Argh! Sou expulso dos meus próprios pensamentos quando de repente, sinto um forte golpe no meu estômago! Sendo forte o suficiente para me fazer cambalear e cair sentado no chão. Além disso, logo sinto um forte soco em meu rosto, fazendo-me cuspir um pouco de sangue. Além de sentir a ponta de uma lâmina encostado em meu pescoço, e diversos gritos no dialeto de Shiymorán que certamente devem ser ameaças. — Puff! — o ahito resmunga. — Garotos, apenas acabem logo com isso — O escuto dizer. E antes mesmo que aqueles homens me matassem, os quatro animais obedeceram a ordem e atacaram os dois rapazes ferozmente, rasgando suas carnes e os devorando ainda vivos! Deixando-os da mesma maneira que sua vítima anterior. Por alguns segundos, fico com receio que eu também fosse um alvo, mas eles parecem só me ignorar, o que me deixa mais aliviado.  —
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Capítulo 4 -1
/Caleb’s  POV/  Eu fiquei alguns dias na região da capital de Shiymorán, um total de uma semana, e em cada dia tentei explorar ao máximo cada lugar da floresta, na tentativa de encontrar outros templos com coisas valiosas. Afinal, eu vim aqui para isso.  Porém, infelizmente acabei por não os encontrar. Quer dizer, eu encontrei diversos templos e palácios, mas nenhum que estivesse ou pelo menos aparentasse estar abandonado. Em todos os que avistei havia monges, entre outras pessoas ricas, que pareciam habitá-los.   Claro que ainda foi um pouco tentador tentar invadi-los, mas eu não sou um ladrão.   Mas, por outro lado, apesar de não conseguir nada valioso, eu pelo menos consegui avistar criaturas que nunca pensei em ver, como os snapits, que são uma espécie de lagarto gigante da região. Eles são seres carnívoros e até ferozes quando se trata de suas presas, mas por algum motivo são dóceis com seres humanos.
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Capítulo 4 - 2
Enquanto Leyla vai se preparar, eu fico a esperando em uma praça que ficava na região de classe alta do reino. Acabo por ficar ali algumas horas, até que eu a vejo se aproximando novamente. Dessa vez ela não está mais com seu vestido chique; ela usa algo mais casual e despojado e carrega uma mochila nas costas  — Podemos ir? — questionei. Eu já estava impaciente de tanto esperar. — Necessito resolver algo antes — ela me responde — Vamos, por aqui.  Eu a sigo até a saída da praça, entrando num território de mansões que ficava próximo ao palácio da família real. De repente, a garota simplesmente entra em uma casa nobre, indo a uns dos saguões da mansão onde ela se aproxima de uma garota que está sentada em uma poltrona lendo um livro, completamente encapuzada, o que me impediu de ver o seu rosto. Quem é ela? E por que dela estar desse jeito? — Não me digas que tu vais viajar com esse ruivinho de novo? — a menina resmunga.  —
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Capítulo 4 -3
/Leyla's POV/     Fazíamos o caminho de volta para a residência do garoto ahito, Jack. Devo confessar que me sinto, e estou, afadigada. Quero dizer, já estava um pouco cansada antes, desde que chegamos aqui em Shiymorán. Afinal, foi uma viagem deveras fadigosa. Mas eu estivera tão animada de estar em um ambiente diferente, que não me importei. Não que não esteja feliz agora, porém o cansaço está vencendo-me.   — Está muito longe? — inquiro.  — Não — Jack me responde — Por quê?  — Por nada — dou um longo suspiro.  Permanecemos andando pelo que acredito que foram três minutos, e era como se minhas pernas fossem quebrar a qualquer instante. Definitivamente, não estou tão acostumada a andar longas distâncias. Com isso, finalmente me pronunciei:  — Ah, necessito descansar, nem que seja um pouco — resmunguei — Deveria ter vindo com sapatos mais confortáveis, — aproximo-me de uma
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Capítulo 5: Como receber estrangeiros - 1
/Leyla’s POV/ Não pude ter o deleite de ficar em Shiymorán por muito mais tempo. Já havia ficado no país por três dias, que, em minha opinião, passaram muito rápido. Tinha que voltar a Allanor, ou meus pais, ou qualquer pessoa, poderia suspeitar de algo. Portanto, cá estava eu de volta a este reino, que me parece mais uma prisão. De qualquer forma, não me apetece deslembrar-me de Shiymorán. Muito pelo contrário, até combinei com o Caleb de que irei retornar logo mais. — Leyla — uma voz amigável e familiar soou atrás de mim. — Por onde estiveste? Virei-me para trás pra ver quem me chamava. Foi quando me deparei com uma garota jovem e alta, que possuía cabelos longos e negros e olhos azuis. Suas vestes eram chiques e elegantes, típico das pessoas ricas de Allanor. Seu nome era Eri, da família Scarpellini. Assim como eu, Eri também pertencia a uma família rica e muito influente neste reino, além do fato de também possuir magia. — Estive a tua pro
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Capítulo 5: Como receber estrangeiros - 2
Após a resposta seca da garota de capuz, um pequeno silêncio ficou entre nós por alguns segundos, deixando o clima meio desconfortável até que o ruivo o encerrou com um resmungo: — Puff, tudo bem. Vou dar um jeito — ele deu as costas. — Vamos logo. Por alguns minutos não perdemos a embarcação, e o explorador arranjou um modo de a garota Yonara viajar conosco. Afe, francamente, espero que ela não interrompa nossos planos.              ***     Depois de uma longa e até mesmo cansativa viagem, chegamos às encostas oeste do continente.  Era mais ou menos meio-dia e estávamos com muita fome, portanto nos alimentamos em uma das barracas de comida que havia por ali no litoral. Apesar de boa parte dos nomes dos pratos estarem escritos com o dialeto de Shiymorán, também havia muitos com nosso idioma, e foram esses que escolhemos.   <
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