Mundo ficciónIniciar sesiónA vida de Alice nunca foi fácil, e conquistar uma vaga de estagiária na multinacional Dollar S.I. era a grande chance de mudar de vida. Entretanto, muito mais do que um emprego, ela estaria ganhando a chance de encontrar um grande amigo e parceiro, o desajeitado estagiário Johnny. O que ela não esperava é que Johnny era na realidade o bilionário John Dollar Smith, dono da empresa, disfarçado entre os funcionários com o objetivo de descobrir um espião da concorrência. Por ironia do destino, a maior descoberta de Johnny será o grande amor de sua vida, Alice.
Leer másMeu nome é John Dollar Smith, tenho 36 anos e trabalho em uma multinacional de produção de Softwares inovadores, a Dollar S.I. Nada de anormal até aí, tirando o fato de que sou o dono da empresa, bilionário, colecionador de arte e um autêntico boêmio.
Ah, toco guitarra também. Faço parte de uma banda, só de amigos. Toco por pura diversão (uma das poucas coisas que faço na vida sem visar lucro).
Parte da minha fortuna foi de herança, mas grande parte é resultado do meu trabalho, administrar as empresas da família. Sou um verdadeiro workholic. Gosto do que faço e, modéstia à parte, sou muito bom nisso. Meu pai me chama de "o multiplicador de oportunidades". Sempre acho uma forma de ganhar mais dinheiro, diga-se de passagem, sempre honesto.
Quanto às mulheres, eu as aprecio. Fisicamente, intelectualmente. Adoro as patricinhas, mas me encanto pelas guerreiras. Porém, não quero compromisso com ninguém.
Não me leve a mal, sei que as mulheres tem valor, merecem atenção, dedicação, e justamente por isso não quero envolvimento. Não tenho tempo. Quem se envolve muito, não tem tempo para ganhar dinheiro.
E baby, o dinheiro move o mundo. E eu não pretendo descer dele tão cedo.
Por Johnny - Entra aí, seu cachorrão! Assim fui recebido por meu grande amigo Sezão; nossa amizade foi um dos poucos resultados positivos que consegui tirar de toda essa história. - Me dá um abraço aqui, seu filho da mãe! – respondi. Logo após o abraço, Sezão foi surpreendido por um tapa na cabeça; pelo barulho, pareceu ter doído. - Isso é jeito de receber nossos convidados? Vê se toma jeito homem! - Que isso Audinéia!Johnnãoé dos nossos, não tem frescura não. A mulher, que também se tornara uma grande amiga minha e de Alice, passou à frente de Sezão para nos cumprimentar. - Desculpe os maus modos do meu marido, viu gente? Ele não tá bem adestrado ainda. - Não precisa se desculpar Audinéia – respondeu Alice – nós que precisamos agradecer por vocês nos emprestarem a casa. Audinéia abraçou Alice. - Que bom que terminou tudo bem; receber vocês aqui é um
Eu devia olhar para ela. Eu devia me preocupar com ela, afinal ela havia tentado me matar, mas eu só conseguia pensar em Alice e em meu pai.Quando Pam escutou minha voz e se virou para me ver, prestei atenção só por um segundo em sua expressão: realmente me senti um morto-vivo.Alice então correu até mim, e nos minutos seguintes só pensei em abraça-la e beijá-la. Depois enxuguei as lágrimas de meu pai e o abracei.- Obrigado Meu Deus, obrigado. – ele repetia.Quando voltei a observar Pam, ela ainda estava lá, imóvel. Esperei alguma expressão ou fala dela, o que não ocorreu. Parecia que eu podia ler seus pensamentos, sua mente tentando entender como eu havia sobrevivido. Ela mexeu os lábios, numa tentativa inútil de falar, e eu pude identificar a palavra "impossível".Estava na hora do acerto de contas.Dei um p
Acordei com o som da batida na porta. Não me apressei em levantar; eu já esperava que alguém viesse me avisar que o herdeiro dochefãoDollar havia desaparecido.A pessoa batia insistentemente; olhei no celular e já eram 10:20 da manhã."Nossa, realmente desmaiei", pensei. Isso era de se esperar, pois eu andava exausta. Matar o Johnny foi como visitar o paraíso; tirar aquela pedra do meu caminho fez com que eu dormisse como um bebê saciado.Mas agora o teatro precisava continuar.Coloquei meu roupão e atendi a porta. Dei de cara com o imbecil do Philipe.-Bom Dia Philipe, perdi a hora. Por favor, não me diga que a van já partiu? Perdi o vôo?Eu sabia que ninguém voaria naquele dia, não antes de acharem o nosso chefinho espertalhão.Ou acharem o corpo dele.Ou melhor, acharem o que sobrou do corpo dele (se &e
Eu estava resistindo bem até aquele dia, mas todo aquele stress com a prisão do Tom tinha feito aquela vontade voltar com força. Eu precisava fazer aquilo.Tentei ao máximo evitar: tomei coca-cola, comi um hambúrguer, assisti TV, tentei dormir. Tudo em vão. A imagem do Tom saindo algemado não saía da minha cabeça.Olhei no relógio: duas horas da madrugada.Fechei os olhos e pensei na minha família. Na minha infância. No trabalho pendente.Olhei no relógio: duas horas e cinco minutos.Não resisti: peguei meu "produto" e saí.Ali no hotel eu poderia fazer o que precisava. Precisava de um lugar calmo e isolado.Mas como eu ia sair? A pé?Fui pedir um carro emprestado no hotel.- Infelizmente a van já foi emprestada. – me informou o atendente.Que azar! Quem empresta uma van em plena madrugada, n





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