Michel não perdeu mais tempo com delicadezas desnecessárias. A necessidade de sentir o calor da mulher que ele quase destruíra era uma fome primitiva que corroía suas entranhas. Com um movimento brusco e decidido, ele despiu as calças, liberando sua virilidade rígida e pulsante, que já brilhava com uma gota de lubrificação na ponta. Ele não queria apenas o ato físico; ele ansiava pela reconexão total, o tipo de fusão absoluta que só a entrega mais visceral poderia proporcionar.Ele posicionou o corpo entre as coxas de Catarina, inalando o cheiro inebriante de sua pele misturado ao perfume suave dos lençóis de seda e ao aroma doce do desejo. Sem qualquer hesitação, ele segurou as pernas dela, abrindo-as e expondo a intimidade úmida e aquecida que já o esperava.— Olhe para mim — sibilou ele, a voz rouca, densa de luxúria. — Quero que você sinta cada centímetro de mim entrando em você.Ele pressionou a glande contra a entrada estreita, sentindo o calor acolhedor de Catarina envolvê-lo.
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