Cada movimento de Helena — fosse calculado ou instintivo — me atingia como uma droga. Eu absorvia tudo, incapaz de desviar o olhar.Mesmo quando eu tentava me controlar, havia uma chama dentro de mim que simplesmente se recusava a apagar.Eu sabia que precisava ser cauteloso — por causa da mídia, da família dela, de tudo o que nos cercava —, mas a química entre nós era impossível de ignorar.E não era apenas desejo físico.Havia algo em Helena que me prendia por completo, algo que ia além da atração… algo que despertava em mim o impulso de protegê-la, conquistá-la, mantê-la perto.Foi então que percebi, mais uma vez, o quanto minha possessividade podia se tornar intensa.Segurei sua mão, sentindo o calor de sua pele, e a puxei para mais perto, dessa vez, pressionando-a suavemente contra a pia da cozinha.Dei-lhe selinhos demorados, provocando-a aos poucos, até que se transformassem em beijos mais profundos — apenas para lembrá-la, e também a mim mesmo, de que, naquele espaço e naquele
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