POV Jullie Daniel afastou minha calcinha com os dedos, e então sua boca estava sobre mim. A primeira lambida foi lenta, experimental, mas quando ele encontrou o ponto exato, seu ritmo se tornou implacável. Sua língua traçava círculos ao redor do meu clitóris enquanto seus dedos se enterravam em mim, um, dois, movendo-se em perfeita sincronia com a boca. Eu estava tão molhada que ouvia o som obsceno dos seus movimentos, e aquilo me excitava ainda mais. — Ah, Daniel... — gemi, minhas mãos enterradas nos seus cabelos escuros. Ele intensificou o ritmo, e a pressão começou a crescer no meu interior, um nó de prazer que ameaçava se desfazer. — Vou gozar — avisei, a voz trêmula. Daniel não parou, pelo contrário, acelerou. Quando ele sugou meu clitóris com mais força, o orgasmo me atingiu como uma onda, meu corpo se arqueando contra a boca dele enquanto eu gritava seu nome. Ele me acompanhou, dedos ainda se movendo dentro de mim enquanto meu corpo se contraía em ondas. Quando
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