Na manhã seguinte após uma noite inesquecível para ambos, Marjory abriu os olhos e lá estava ele deitado ao seu lado, ele acordou logo em seguida, eles se observavam com uma calma silenciosa. Por uns segundos, houve apenas o brilho embaçado do sono nos olhos escuros dele, enquanto o cérebro processava a realidade.Então, o reconhecimento surgiu, lento e quente. Os cantos dos lábios dele curvaram-se para cima em um sorriso preguiçoso, sem pressa, que transformou a expressão cansada em algo de admiração pura. Ele não tentou se mexer para se afastar; pelo contrário, puxou Marjory mais para perto, encaixando o corpo dele contra o dela com uma familiaridade confortável.— Bom dia — murmurou ele, a voz rouca e grave.Marjory sorriu, passando a ponta dos dedos pelo braço dele, sentindo a penugem dos pelos. — Bom dia.Ciarán deslizou a mão dela para cima, tocando o rosto dela com a ponta dos dedos, traçando a linha do maxilar, o contorno dos lábios. Ele olhou para ela como se estivesse tentan
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