Ela começa a apanhar. E apanha, e apanha, e apanha bastante. Ela tenta fechar as pernas, mas não deixo, e bato ainda mais forte. Ela começa a choramingar baixinho, pedindo para parar.—Cala a boca, vadia — ordeno, com a voz firme.Dou um tapa em seu rosto que estala.—Quer chorar? Pode chorar — permito, com a voz calma.Ela chora, e isso me excita. Não deveria, pois estava castigando, estava bravo. Mas o choro dela me acalmou. A correção foi proporcional à desobediência. Perdoada? Não. Ainda precisa de mais castigo. Dou cinco tapas fortes, mas não pode ficar nisso. Sei que ela está dolorida. Preciso possuí-la assim mesmo.Coloco a cabeça do meu pau em sua entrada e, sem piedade, entro com tudo.—Aí! Aí, doeu muito! — ela exclama, com a voz chorosa.Dou outro tapa em seu rosto e começo a socar sem piedade. Vai e vem com bastante violência. Sinto minhas bolas batendo em sua bunda. Percebo que ela começa a gostar. Então, canso daquela posição. Desamarro-a e coloco-a de quatro, bem arrebi
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