—Está? — ele pergunta, parando por um instante.
—Menstruada — minto, com a voz trêmula.
—Desde quando isso é um problema? — ele pergunta, com um sorriso cruel.
—Por favor, meu amor — imploro, com a voz embargada. — Não faz isso comigo. Não faz eu te odiar. Para, pelo amor de Deus. Para, meu amor. Pelo nosso casamento, não estraga tudo.
Ele para. Sai de cima de mim e se senta no banco, colocando as duas mãos no rosto. Estou toda roxa, marcada. Não tem como ir trabalhar desse jeito. Pego o celula