Acomodamos os convidados no pátio do sítio, e a comemoração ganha vida com o som vibrante dos panderos, das sanfonas e das flautas de madeira. A poeira leve do chão levanta ao ritmo do Tarantella, a dança tradicional das festas sicilianas de antigamente. Os homens batem os pés com força no chão, enquanto as mulheres rodam as saias coloridas em círculos entrelaçados. Giorgio segura a minha mão no centro da roda, e nós giramos ao som da música festiva, rindo com os passos rápidos, celebrando o nosso amor do jeito mais rústico e verdadeiro da nossa terra.No meio da festança, enquanto a música dá uma pausa suave e os convidados se aproximam das mesas fartas de pães, queijos e azeite, Georgina vem correndo na nossa direção. Ela para bem na nossa frente, puxa a barra do terno de Giorgio e me olha com aqueles olhos curiosos e atentos.— Papai... de noite, quando vocês forem rezar para o Papai do Céu para pedir os irmãozinhos, eu posso rezar junto com vocês no quarto? — ela pergunta, juntand
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