Kayla Assim que dei as costas para o pátio abafado, praticamente arrastando Júlia comigo para dentro do hospital, ignorei o peso do olhar de Apolo que parecia queimar minha nuca. Caminhei apressada até um canto completamente vazio e afastado da recepção, onde finalmente parei. Júlia me encarou com os olhos arregalados, segurando minhas mãos. — Kayla, pelo amor de Deus, o que foi? Foi alguma coisa com o Léo? Por que você está tão aflita, amiga? — Não, o Léo está bem, estável, graças a Deus — respondi, tentando controlar o tremor na minha voz. — Mas tem tudo a ver com ele. Júlia, eu pedi para conversar a sós com o médico no consultório para confirmar uma suspeita. Júlia franziu a testa, confusa. — Suspeita? Do que você está falando? Respirei fundo, olhando em volta para ter certeza absoluta de que ninguém estava nos ouvindo. Dei um passo mais perto dela e disse o que tanto me afligia. — Depois de algumas evidências que eu juntei... eu tenho fortes suspeitas de que o
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