DOMINICK Ela acelerou aquele carro com ódio de mim, como se tudo que aconteceu naquela noite não tivesse significado nada. Porra, eu ainda sentia o gosto dela, sentia a merda do calor do seu corpo, me queimando. Mas pra ela, sua fúria tinha mais sabor, estava contrariando ela, indo contra ao seus desejos, suas vontades e ela saia daqui como a porra de uma garota Marrenta e mimada! Fiquei parado ali, vendo as luzes traseiras sumirem na estrada, sentindo a raiva subir pelo meu corpo como um incêndio descontrolado. Bati com força no teto do meu carro, a mandíbula trincada, praguejando baixo. — Inferno, Jade… Passei a noite com as palavras dela ecoando na minha mente, repetindo como uma maldição. Ela saiu furiosa, contrariada, e eu? Eu queria a mesma coisa que ela. Minha vontade era tomar aquela mulher nos braços e fugir para bem longe, esquecer tudo, deixar esse jogo sujo para trás. Mas eu não podia. Não até pagar pelo que devia. A noite foi longa, a cama um inferno. O sono veio
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