Meu pai ia responder, mas então a voz do Carter cortou o ar como uma lâmina.
— Marco, precisamos conversar!
Meus olhos voaram até ele. Carter estava ereto, firme, mas a fúria transbordava da fisionomia. A mandíbula cerrada, o peito subindo e descendo rápido. Ele estava surtando. E sem medir consequência alguma.
— Outra hora, Carter. Volte pro seu lugar!
meu pai retrucou, com veneno nos olhos. O tom dele era de puro desprezo, como se Carter tivesse acabado de cuspir na mesa.
Mas Carte