Adrian a ergueu com uma facilidade surpreendente, colocando-a sobre a bancada fria da cozinha. O desejo, antes uma chama, agora era um incêndio incontrolável que os consumia. Ele aproximou seu corpo do dela, cada centímetro de pele em contato, cada músculo tenso, respondendo à atração magnética que os unia. As mãos dele deslizavam pelo corpo dela como fogo, traçando caminhos ardentes sob a blusa fina, provocando arrepios que percorriam Isabelly da cabeça aos pés. O beijo se aprofundava, mais selvagem, mais faminto, roubando-lhe o fôlego e a razão.E, numa fração de segundo, enquanto Isabelly parou para respirar, um som inesperado perfurou a bolha de paixão que os envolvia.A voz de Clara ecoou da entrada da cozinha, quebrando o feitiço com a brutalidade de um raio.— Pai! O jantar já está pronto?O pânico gelou o sangue de Isabelly. Em um movimento brusco, quase instintivo, ela empurrou Adrian, desequilibrando-se da bancada. Seus pés tocaram o chão com um baque surdo, e ela começou a
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