León saiu para a varanda com uma xícara de café na mão e esfregou o rosto, mal tinha dormido um pouco.O jardim, que costumava ser um lugar tranquilo, parecia um formigueiro, havia gente movendo cadeiras, desenrolando tapetes e montando uma tenda branca, o absurdo era que, entre os floristas, havia sujeitos com cara de poucos amigos e fones de ouvido na orelha verificando cada vaso.Konstantin estava no meio do gramado, discutindo com um pobre jardineiro que segurava uma tesoura de poda como se fosse uma arma.—Aquele arbusto, fora! —gritava Konstantin, apontando para algumas roseiras—. Não dá para ver a entrada daqui! Corte-o!—Mas, senhor, são as rosas favoritas da senhora Estefany... —balbuciou o homem.—Não me importa! Se alguém se esconder atrás delas, não vamos vê-lo. Corte-o rente ao chão!León suspirou e tomou um l
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