O salão, antes um remanso de elegância e música suave, tinha-se transformado num campo de batalha de gritos e flashes, os convidados da elite de Andraka corriam para as saídas laterais, empurrando-se uns aos outros, esquecendo o decoro, mas não havia saída, a polícia federal tinha o perímetro selado.No palco, Dimitri Vólkov estava a ser algemado por dois agentes, o velho leão russo rugia vermelho de raiva, cuspindo ameaças na sua língua natal.— León! —gritou Vólkov, debatendo-se—. És um homem morto! Vou matar-te! Vou arrancar-te a pele às tiras!León, de pé junto ao púlpito, olhou para ele com uma calma absoluta, ajustou os punhos da camisa.— Terás de esperar sentad
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