Pronto. Sem espaços, texto intacto Evelyn Londres já começava a parecer menos estranha. Não porque eu estivesse feliz. Porque não estava. Havia dias em que ainda acordava procurando Hagen ao meu lado. Dias em que estendia a mão para o outro lado da cama e encontrava apenas o vazio. Dias em que a dor era tão forte que mal conseguia respirar. Mas havia uma razão para continuar. Duas razões, na verdade. Naquela manhã, eu estava sentada na sala de espera da clínica segurando a fotografia do casamento. A única que trouxera comigo. Meus dedos acariciavam o rosto de Hagen na imagem. — Hoje vamos ver seu filho. Sussurrei. Um nó se formou na minha garganta. — Você deveria estar aqui. A enfermeira chamou meu nome. Levantei-me. Com o coração acelerado. E segui até a sala de exames. Minutos depois, já estava deitada na maca enquanto o médico preparava o ultrassom. — Pronta para conhecer seus bebês? Sorri. — Mais do que pronta. O gel frio tocou minh
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