Cael Sterling— Eu estou dizendo, Sebastian… eu ainda vou jogá-la da janela do segundo andar. — minha voz sai firme, carregada de uma irritação que já não cabe mais em mim, enquanto bato o copo contra a mesa de mogno com força suficiente para o som ecoar pelo ambiente. — Maldita hora em que eu decidi contratá-la. Ela sequer tem por mim o respeito que um funcionário deveria ter pelo próprio patrão.Dou uma longa tragada no charuto, deixando a fumaça preencher meus pulmões numa tentativa inútil de acalmar o que ferve dentro de mim. A nicotina deveria ajudar. Sempre ajudou. Mas, dessa vez, é como jogar água em óleo quente — não apaga, só espalha ainda mais o caos.— Neandertal, porra… ela me chamou de neandertal. — acrescento, soltando a fumaça devagar, como se pudesse levar junto um pouco da minha irritação. Não leva. — Como se eu fosse um maldito homem das cavernas, sem cérebro, batendo pedra por aí.Sebastian me encara por alguns segundos, em silêncio, como se estivesse tentando decid
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