Alexander olhou para ela.— Vou considerar isso orientação médica.— Considere sabedoria popular.Claire ficou alguns passos atrás. Hannah tocou o braço de Emma.— Vou ficar ali. Grite se ele virar Blackwood demais.Alexander quase sorriu.Emma também.Quando ficaram sozinhos, com Claire distante o suficiente para fingir privacidade, Alexander olhou para as mãos dela.— Posso? — perguntou.Emma acompanhou o olhar.Ele queria segurar sua mão.Não o ventre.Não a cintura.A mão.Mesmo assim, o pedido atravessou todas as defesas dela.Por um segundo, lembrou-se do avião para Chicago, quando ele segurou sua mão na decolagem. Lembrou-se do quarto, do calor, do toque. Lembrou-se da sala jurídica, onde aquelas mesmas mãos não a protegeram.O passado e o presente colidiram.Ela poderia dizer não.Alexander parecia preparado para ouvir não.Então Emma percebeu que era exatamente por isso que conseguiu dizer:— Pode.Ele estendeu a mão devagar, como se o gesto tivesse que atravessar um campo mi
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