O velório foi triste como qualquer outro. Havia muitas pessoas que Esmeralda não conhecia. Seu tio Carlo, que sempre estava sorridente, parecia distante; ela o compreendia, não era fácil lidar com a dor do luto. Em outra ocasião, ficaria feliz por estar na Grécia, um lugar encantador, com uma cultura fascinante, capaz de fazê-la se imaginar em um dos livros de mitologia grega que havia lido. Mas naquele momento seu coração estava apertado. Sua família havia passado por coisas demais em pouco tempo.O grupo estava reunido novamente em um funeral, e Esmeralda não conseguia ignorar o sentimento estranho que invadia seu peito, como se esperasse que algo ruim acontecesse.— Obrigado por terem vindo — Carlo agradeceu, aproximando-se da família. Esmeralda mordeu os lábios, sem saber o que dizer ao tio. Em momentos como aquele, não encontrava palavras, pois sabia que nenhuma expressão de consolo seria capaz de aliviar a dor. Leonardo e Catarina conversavam com Carlo, enquanto Esmeralda per
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