Arthur se levantou da cama e seguiu a mesma rotina de todas as manhãs, tentando ignorar o fato de que Esmeralda estava em sua casa. Foi para sua academia privada. Quando comprou aquela casa, não sabia bem como decorá-la, e sua mãe o ajudou com isso. As únicas exigências que tinha eram uma cozinha ampla e uma academia. Sua mãe, sempre genial, sugeriu também que instalassem hidromassagens nos quartos. Segundo ela, pretendia visitar o filho e aproveitar o conforto do banheiro — não que precisasse, já que sua própria casa tinha tudo, mas era uma boa desculpa para passar mais tempo ali quando o marido viajava e a filha estava estudando fora. Cada detalhe daquela casa o fazia lembrar da mãe, pois foi ela quem o ajudou a comprar e reformar o lugar. Arthur até pensou em se mudar, mas estava acostumado ali. Sentia-se confortável, e mesmo que vez ou outra esse pensamento surgisse, ele o ignorava. Afinal, sempre se lembraria da mãe onde quer que fosse. Naquela hora da manhã, odiava conversa
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