A casa de Derbyshire havia sido restaurada. Não completamente, Ashford havia sido específico sobre isso com o arquitecto que havia contratado, um jovem de trinta anos que havia percebido rapidamente que o cliente sabia exactamente o que queria e que as sugestões eram bem-vindas apenas dentro de parâmetros específicos. A estrutura havia ficado, a pedra e a madeira, o jardim que ainda não estava completamente domesticado porque havia sido decidido que não estava a tentar chegar lá. Mas havia reparações que precisavam de ser feitas, uma cozinha que havia sido actualizada sem perder o carácter, e a varanda da frente havia ganho uma cobertura que permitia sentar durante a chuva. A cobertura havia sido ideia minha. Não é que seja uma ideia extraordinariamente original. É que, em Derbyshire, em Inglaterra, em qualquer sítio com um jardim e um clima que não promete nada, uma varanda coberta é a diferença entre uma teoria de espaço exterior e um espaço exterior que se usa de verdade. Dis
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