Antes que eu pudesse processar, Massimo levantou-se da cadeira, me segurou pela cintura e me virou de costas para ele. Em um único movimento firme, ele colocou as mãos na minha nuca e me empurrou para a frente, forçando-me a deitar o tronco sobre a mesa de mogno, bem em cima dos papéis da Tríade. Ele puxou a camisola branca até as minhas costas, deixando a minha bunda redonda e empinada completamente à mostra, totalmente exposta para ele. — Isso, garota... Que delícia de mulher — ele rosnou atrás de mim. Massimo usou as mãos para afastar as minhas pernas, me deixando bem aberta. Quando achei que ele iria me possuir daquela forma, fui completamente surpreendida pelo toque molhado da sua língua. Ele começou a me chupar, passando a língua na minha boceta e subindo até o meu cuzinho com uma lentidão torturante. Senti os dedos dele me abrindo um pouco mais, enquanto a língua subia e descia, de baixo para cima, saboreando cada gota do meu mel.
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