POV: Chiara Quando a porta do cofre embutido na parede se fechou com aquele bipe eletrônico seco, selando o nosso contrato lá dentro, um silêncio quase solene se instalou no escritório. Olhei para Massimo, que ajeitava as mangas da camisa com a sua habitual postura impecável, e respirei fundo, sentindo o peso das últimas horas finalmente assentar no meu peito. Eu tinha consciência de que não havia mudado uma única linha daquele papel absurdo. Os termos continuavam lá, frios e implacáveis, ditando as regras do Don. Mas, de alguma forma que eu ainda tentava processar, nós havíamos conversado. Eu consegui peitá-lo, expor minhas garras e negociar o que era vital para a minha dignidade. O que mais martelava na minha mente, trazendo um alívio genuíno para o meu coração, era a promessa que ele havia acabado de me fazer. Quando Massimo segurou o meu rosto com aquelas mãos grandes e firmes e olhou no fundo dos meus olhos para dizer que jamais me trairia, eu sen
Ler mais