conspiração Miguel Estou em meu apartamento, andando em círculos, sem saber como fazer para separar Lara daquele insuportável do Luan. Segundo Rian, o informante, hoje ele vai fazer uma varredura pela cidade e não vai dar as carras no departamento da polícia federal. Bem que eu poderia ir onde Lara está vivendo com ele. Graças a Fernandes, tenho o endereço, mas com certeza ela não vai me ouvir, já qui confia cegamente nele. Espanto-me com o barulho da campainha, coloco a taça de sangue em cima do balcão e vou abrir a porta, mas antes, olho pelo olho mágico para me certificar de quem seja. Ao constatar que é Fernandes, abro. Ele me cumprimenta com um "boa tarde" e pergunta:— Podemos conversar? — Sim, claro. — Dou passagem para que ele passe por mim, e fecho a porta. Aponto para a poltrona. — Sente-se, aceita um drink? — Não, obrigado, não vou demorar muito. O chefe da polícia federal está na cidade, não posso da bandeira. — Senta-se na poltrona, mantendo a postura to
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