a perseguição no trânsito e a discussão com a sogra Fernandes Inferno, minha cabeça parece que vai explodir, o infeliz que me acertou quase a quebra. Tive que abortar a operação para ser levado ao hospital por meus subordinados. Tentaram me manter em observação, mas não aceitei, odeio hospital. Agora estou aqui no meu apartamento com oito pontos na cabeça e três no braço, tonto de tanta dor. Não sei porque, mas desconfio que aquele idiota bobalhão do Luan tem tudo a ver com isso. Quando acordei, aquela maldita vampira não estava mais lá e ela não teria condições de sair dali sozinha. As balas que fabriquei são letais, mas matam lentamente, torturando o atingido. Resolvo ligar para um dos policiais, quero que ele me leve a um lugar, não tenho condições de dirigir com o braço esquerdo enfaixado por causa do tiro que levei daquela miserável. Depois de conversarmos e explicar o que estou planejando, ele aceita a proposta. Desligo a ligação e vou esperar por ele na portaria
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