Clarke A luz da manhã entrava fraca pelas cortinas do quarto novo de Mary Anne, pintando o corpo dela de dourado. Ela dormia de lado, nua, o lençol embolado na cintura, cabelos longos espalhados pelo travesseiro como uma cascata selvagem. Meu braço estava por baixo da cabeça dela, o corpo ainda colado ao dela, pele contra pele. Meu pau, mesmo depois de quatro rodadas durante a noite, já começava a endurecer de novo só de sentir o calor dela. Eu não conseguia dormir. Não depois de tudo que tínhamos feito. Não depois de ela ter me chamado de *Daddy*, ter ido onde ninguém nunca tinha ido, ter me feito gozar tanto que eu me sentia vazio e cheio ao mesmo tempo. Fiquei ali, olhando para ela, e o passado veio como uma onda. Acariciei devagar as costas dela, descendo os dedos pela curva da espinha até a bunda redonda. Mary Anne abriu os olhos devagar, como se sentisse meu olhar. Ela se mexeu, murmurando meu nome com sono, e eu sorri. — Bom dia, Bellomo… — murmurou, voz rouca de sono e
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