Olá, amores!Sexta feira com capítulo mais cedo, hein!BJKS!*****O grão de ervilha me encarava exatamente entre os meus seios.E eu quebrei.A risada veio do nada. Baixa, incrédula, e depois solta, de verdade. Cabeça pra trás, mão na barriga, como se uma ervilha idiota pudesse furar semanas de ar preso no peito.Vários pares de olhos se voltaram pra mim. Pra eles, a doutora surtou do nada. Ninguém viu a ervilha cair bem no meio dos meus peitos!Noah sorriu. Não o sorriso arrogante de alfa, nem de deboche. Um pequeno, real, que chegou até os olhos dele porque eu estava rindo.Ele empurrou um guardanapo sem falar nada. Peguei, tirei a ervilha com dedos trêmulos, o rosto queimando.— Eu juro que na faculdade eu tinha coordenação motora — murmurei.Senti o calor da mão dele cobrir a minha em cima da mesa. Eu não afastei.O riso morreu devagar, mas o sorriso ficou. Pequeno, bobo. Pela primeira vez em semanas, meu ombro baixou. Respirei, olhei pra ele e ainda sorria. O polegar dele roça
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