LíviaTê-lo entre as minhas pernas, afundando o rosto todo, lambendo, mordiscando, soprando. Sem vergonha, sem nojo, sem se importar com nada. O Dário se lambuzava até a testa, abria a boca bem grande, abria espaço separando minhas coxas com as mãos.Talvez fosse aquela vontade com que ele fazia, talvez fosse sentir como a voz dele reverberava na minha pele, curtindo. Ou a visão dele sem inibição e sem pudor, as mãos grandes apertando, o cabelo com fios brancos se perdendo lá embaixo.Nunca foi questão de preparação, de apressar o processo pra meter, de garantir que eu tava molhada. Era necessidade de me dar prazer — e isso também produzia prazer nele. Por isso eu ficava tão excitada, por isso fantasiava com o pau dele duro me penetrando. Porque ele não transava sozinho, não fazia só pra poder gozar.O "quero te pegar" era muito mais do que isso.—Se toca —me pediu—. Quero te ver… se toca, Lívia.Fiz malabarismos pra me segurar com uma mão só e me toquei, me acariciei com desespero. Q
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