Olhando para ela ali, desarmada, naquela suíte de hotel, tive a certeza mais absoluta de toda a minha vida. — Casa comigo. soltei, a voz ainda ofegante, cortando o silêncio pós sexo. Ela abriu os olhos devagar, as pupilas ainda dilatadas, tentando retornar à sanidade e processar o som das minhas palavras. Olhei no fundo dos olhos negros dela. — Casa comigo, Nayla. Me deixa te fazer minha esposa, minha mulher. Ela subiu as mãos lentamente até o meu rosto, passando as unhas por minha barba por fazer. O olhar dela ainda era confuso, avaliando a gravidade do que eu estava propondo. — Você... tem certeza disso? ela perguntou, a voz falhando. Sabia exatamente do que ela estava falando. Ela estava pensando na Victória, no meu pai, na holding e em toda a guerra que essa gravidez representaria para o império Cupertini. Ela estava pensando, acima de tudo, na hipótese de aquele feto ser daquele verme que eu desprezo. E era exatamente por causa de todas essas dúvidas q
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