— Elizabeth, você não imagina a vontade que eu tenho de acabar com você! — Falei, sentindo a minha raiva explodir.— Eu imagino, e acredite, eu não duvido que você realmente faça isso; e se você quer saber, eu não estou nem aí também — ela respirou fundo e me olhou, sorrindo, um sorriso de puro sarcasmo. — Sabe, Alex, eu fiquei tão feliz depois da noite maravilhosa que eu tive com você. Eu sei que é humilhante, mas eu gostei muito; mesmo que seja só por causa da droga, eu gostei quando você me beijou e me fodeu com tanto desejo, mas aí você vem aqui e joga um balde de água fria, desmanchando as minhas doces fantasias — balançou a cabeça de um lado para o outro. — Eu odeio sentir o que eu sinto por você, sabia? Eu me odeio por ser tão fraca e não conseguir mudar essa porra toda. Agora, se você não vai me enforcar, me bater ou me atirar pela janela para se vingar, você pode me dar licença do meu quarto? — falou com raiva, indo até a porta, que ela abriu e segurou, esperando que eu saíss
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