— O que você quer fazer, Alex? — perguntei, respirando pesadamente, e ele ri, debochando do meu estado.— Eu… — aproxima sua boca do meu ouvido, afastando-se alguns centímetros. — não quero fazer nada, Elizabeth; já você… — olhou-me de cima a baixo —, você parece que quer muito fazer algo, não? — Ele quer mesmo jogar esse jogo? Pois vou mostrar quem é melhor em provocar.— É, eu quero sim — agora sou eu quem aproximei a minha boca do ouvido dele — mas eu sei que o seu amiguinho aí embaixo não gosta muito da brincadeira; sempre foge. — Ele aperta mais forte, parece querer esmagar os meus ossos.— Ai! Alex, eu não quero brigar com você, mas dessa vez quem procurou problemas foi você e, pode acreditar, eu não vou mais ficar calada — suspirei desanimada, encarando-o, que continua com raiva. — Então, você vai continuar apertando meus braços? Já devem estar roxos — falei, humildemente, desta vez.— Você desistiu de me enfrentar? — riu, com sarcasmo. — Você estava tão corajosa até agora.— A
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