Eles dormem algumas horas, Kostas desperta cedo, e cai ver dos seguranças, e para já está tudo calmo, sem problemas ou movimentações estranhas.Kostas regressa ao quarto, Marina ainda dorme e ele deixa ela descansar.A meio da manhã, Marina acorda e vai dar uma volta pelo refúgio. Era uma casa pequena. Simples, mas era seguro e temporário.Marina senta-se, ainda meio que em choque do que se tinha passado no dia anterior. As mãos dela tremiam. Kostas observa-a, mas sem dizer nada, dando espaço para ela poder interiorizar tudo, mas ele estava ali, presente.- Eu ontem tive medo – diz Marina a olhar para ele, num tom baixo, como se fosse uma confissão, mas de forma honesta e ele aproximou-se dela e sentou-se, junto dela e abraça-a.- Isso significa que queres viver – diz ele e ela solta uma pequena risada, fraca, meio que irónica- Eu quero bem mais que isso – diz ela e ele vira-se para ela para a poder encarar- O que é que queres? – pergunta ela e ela fica em silêncio, mas desta vez el
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