Eles seguem para casa, escoltados pelos seguranças. Kostas sabia que o perigo estava ali mesmo ao lado, invisível e atento. Mais seguranças chegaram vindos da Grécia, homens de confiança de Kostas, os únicos que ele poderia confiar a vida dele e de Marina.Eles chegam à mansão, Célia e Juan já tinham saído. Eles ficam sozinhos na mansão, apenas os seguranças permaneciam, invisíveis, atentos, em alerta.A noite avançava. Eles estavam em silêncio.Marina estava sentada no sofá, com os joelhos juntos ao corpo, parecia mais pequena, mais humana e muito mais frágil.Kostas observava-a de longe, sem se aproximar, sem invadir o espaço dela, sem a pressionar, apenas estava atento a tudo e principalmente a ela.- Nunca tive isto – diz Marina, interrompendo o silêncio em que eles estavam mas Kostas não respondeu, não interrompeu – Nunca tive alguém que ficasse apenas ao meu lado – diz ela e faz uma breve pausa – O meu pai, nunca quis saber de mim – diz ela e respira fundo – A minha mãe, morreu
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