Caminhamos com rapidez pelo corredor silencioso enquanto Brooke seguia à nossa frente como se já estivesse perfeitamente acostumada com cada protocolo daquele andar. A postura dela permanecia impecável: coluna ereta, passos firmes, expressão neutra e os olhos sempre voltados para frente, sem sequer desperdiçar tempo observando qualquer detalhe ao redor. Era quase estranho vê-la daquele jeito. Brooke sempre parecia tão acessível e prática no nosso andar que, ali em cima, ela parecia outra pessoa. Mais rígida. Mais cautelosa. Como se aquele ambiente tivesse regras invisíveis que todos obedeciam sem questionar.Isabel, para minha surpresa, parecia relativamente calma. Não tranquila o suficiente para parecer confortável, mas definitivamente menos desesperada do que eu esperava. Ela mantinha os braços cruzados na frente do corpo e andava em silêncio, respirando fundo de tempos em tempos, como alguém tentand
Ler mais