Ele estava paralisado. O olhar dele estava preso no menino agarrado à perna da calça do fuzileiro.Clara não perdeu um segundo.Ela avançou, empurrou o ombro de Arthur para o lado, tirando o corpo dele do caminho, e correu para dentro do elevador. Ela se abaixou no chão puxou o filho para um abraço desesperado.- Mãe tá aqui, Leo. - Ela sussurrou, a voz falhando, apertando o rosto da criança contra a curva do próprio pescoço. - Acabou. Mãe chegou.Leo choramingou, os dedos pequenos agarrando a camisa que Clara usava com tanta força que os nós dos dedos dele ficaram brancos.- Mãe, eu quero ir embora. - A criança chorou, escondendo o rosto. - Os homens bateram no tio Miller. Eles pararam o nosso carro na ponte. Eu tô com medo.Clara ergueu o rosto. O olhar dela cruzou com os braços algemados de Miller. A jaqueta do segurança estava rasgada no ombro, um corte fino sangrando perto do pescoço.Ela virou e olhou para Vance, que estava de pé do lado de fora do elevador.- tira as algemas do
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