— Você usou todo mundo contra mim por anos! Manipulou, mentiu... Mas no meu filho não, sua doente! O Henry não é erro de ninguém! — Esse menino é um erro que você usa até hoje para prender o Ricardo! Mas eu amo ele!! Amo de verdade e você não suporta a ideia que ele também me ama, por isso usa isso! Clarisse insistiu, amarga. Dessa vez eu não segurei. — SUA DESGRAÇADA!! Paloma se soltou e partiu para cima de novo, jogando a Clarisse contra o sofá e batendo na cara dela com a palma da mão, um, dois, três golpes. Eu esperei. Deixei que ela sentisse o gosto da justiça. Ninguém batia na minha mulher, mas ali, era conta delas. — Chega, Paloma. puxei-a de novo, dessa vez abraçando ela por trás, sentindo o coração dela batendo no meu peito. Olhei para a Clarisse com o maior desprezo que eu já senti por um ser humano. — Você nunca me amou, Clarisse. Você é só invejosa. Tentou esse tempo todo ser ela, Essa é Clarisse que ninguém conhece, mas você não tem o que ela tem. Não
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