Virei ela de costas para mim, as mãos dela espalmadas na porta. Subi o vestido branco, abri minha calça e libertei meu pau, que latejava por ela. Entrei de uma vez, sem piedade. A buceta dela me engoliu, quente e pronta, e eu comecei a penetrá-la com uma brutalidade que eu não usaria com mais ninguém. O corpo dela batia contra a madeira a cada estocada minha. Eu mordi a nuca dela, pressionando o pescoço com força. — Você é gostosa pra caramba, Paloma... sussurrei, sentindo o aperto dela me levando ao limite. Ela sorriu, um riso embriagado de tesão puro. Quando eu gozei, despejando tudo o que tinha segurado por anos, rosnei no ouvido dela. O silêncio que se seguiu só tinha o som das nossas respirações descompassadas. Virei ela de frente para mim. Meus lábios estavam secos, meu coração parecia que ia explodir. Ajeitei os fios de cabelo dela, olhando para o rosto corado. — Gosta disso? perguntei, a voz rouca. Ela acenou que sim, com os olhos ainda perdi
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