Ada deitou-se, mas o sono não veio.Depois de alguns minutos, levantou-se novamente e saiu para o jardim. Caminhou até a grande pedra onde costumava se sentar e ergueu os olhos para o céu. As estrelas brilhavam com intensidade naquela noite. A brisa era fresca, quase fria, mas agradável o suficiente para fazê-la permanecer ali por um longo tempo, apenas ouvindo o som distante da água da fonte e das folhas balançando ao vento.Quando resolveu voltar, percorreu lentamente o corredor principal.Não havia sinal de Samir.Parou por um instante diante da porta do escritório, depois continuou até o quarto.Fechou a porta com cuidado, retirou o véu e sentou-se na cama.Uma ansiedade estranha lhe fazia companhia.Sem entender o motivo, deitou-se novamente e, imersa no silêncio daquela casa grande demais, acabou adormecendo.Samir passou boa parte da noite ao lado do pai e do futuro sogro.As conversas sobre política, comércio e alianças pareciam não terminar.Em determinado momento, respirou f
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