Eu me agarrava ao banco enquanto insistia discretamente na ligação, mas não havia sinal.O que estava acontecendo?— Qual é o seu nome?Perguntei ao motorista, que seguia atento ao trânsito enquanto, de vez em quando, me observava pelo retrovisor.— Você não precisa saber meu nome.Meu estômago apertou ainda mais.— Para onde está me levando? Esse não é o caminho da mansão. Me leve de volta.Ele não respondeu.A cada minuto o trânsito ficava menos movimentado. As ruas mais vazias e mais estreitas.Então ele fez uma curva brusca à direita sem que eu esperasse.Bati contra a porta.Meu celular escorregou da minha mão.Me abaixei rapidamente para pegá-lo e, quando consegui, olhei pela janela.O carro havia entrado em um beco, depois saiu em outro.Então parou diante de uma casa estranha, velha.Quando o motor desligou, ouvi o clique da trava destravando.Não pensei.Abri a porta e saltei do carro, quase caí.Corri imediatamente, deixando tudo para trás, levando apenas o celular.Disparei
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