Nolan KingstonAinda me sentia ofegante, o peito subindo e descendo com uma violência que não era comum. Meus dedos ainda formigavam, e eu senti, como se minha alma tivesse se esvaziado por alguns segundos. Meus dedos, ainda trêmulos pela força do orgasmo, soltaram o rabo de cavalo dela, deixando que os fios caíssem como uma cortina úmida sobre seus ombros. Toquei o queixo dela com o polegar, erguendo seu rosto.Angélique ainda estava com a boca aberta, os lábios vermelhos e inchados, os olhos azuis nublados pelo prazer que tínhamos acabado de compartilhar. Eu a observei em silêncio por alguns segundos, apreciando a vista do rosto dela todo marcado por mim. Havia sêmen escorrendo pelo canto da sua boca, manchando sua pele pálida, uma assinatura da minha posse que me fazia sentir o homem mais poderoso e, ao mesmo tempo, o mais vulnerável da terra.Então, ela fechou a boca e engoliu. Devagar. Sem desviar o olhar do meu por um milésimo de segundo que fosse. E, por um instante, meu cérebr
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