O galpão abandonado cheirava a mofo, ferrugem e sangue seco. A sala dos fundos era iluminada apenas por uma lâmpada pendurada no teto, balançando levemente e projetando sombras longas nas paredes descascadas. Eu estava encostado na parede fria, braços cruzados, observando os dois homens amarrados às cadeiras de metal. O primeiro, o que eu havia eletrocutado, começou a se mexer. A cabeça dele pendeu para o lado, um fio de baba escorrendo pelo canto da boca. Ele piscou várias vezes, confuso, até que seus olhos encontraram os meus. Eu sorri, calmamente. — Bom dia, raio
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